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Unlimited Colors
Magic Cursor

Dora Duarte

Modelo | Atriz | & Criadora de Movimento
Encantalente Fotografia

Visão Criativa

Sou modelo comercial e atriz, unindo arte e expressão em cada projeto. Com naturalidade diante das câmeras e um olhar marcante, transformo imagens em histórias que conectam marcas e pessoas de forma autêntica. Minha atuação se estende por diferentes formatos – da fotografia à publicidade, do audiovisual à performance. Trago um olhar dinâmico e criativo, valorizando cada detalhe para transmitir histórias com verdade e impacto. Acredito que a imagem vai além da estética: é conexão, atitude e significado. Meu compromisso é entregar profissionalismo e inovação em cada ensaio, campanha ou produção.

  • Campanhas Publicitárias
  • Desfiles
  • Audiovisual
  • Ensaios & Editorial

Mais Fotos

Compromisso com a Qualidade e a Constante Evolução

Minha jornada como modelo e atriz é pautada por um constante aperfeiçoamento e pela busca de novos desafios. Com uma abordagem profissional e criativa, me dedico a transformar cada projeto em uma experiência única e autêntica.

Modelagem Comercial65%
Sessões de Fotos e Produção80%
Atuação e Comunicação70%

Como posso agregar valor ao seu projeto?

Sobre Mim

  • Desde muito nova, eu sempre fui apaixonada por fotografia. Sempre gostei de registrar momentos, explorar ângulos e perceber como a luz pode transformar uma cena. A fotografia, para mim, nunca foi apenas sobre capturar uma imagem, mas sobre contar histórias, transmitir emoções e dar significado a pequenos detalhes do cotidiano. Porém, foi apenas após o nascimento da Cecília que eu decidi transformar essa paixão em uma profissão.

    A chegada da minha filha foi um divisor de águas na minha vida. Ela me fez enxergar o mundo de forma mais sensível e profunda, e isso refletiu diretamente na maneira como eu fotografava. Comecei a me dedicar à fotografia profissionalmente, aprimorando minha técnica, estudando composição, iluminação e direção de modelos. Meu objetivo sempre foi oferecer mais do que simples imagens — eu queria criar memórias.

    Mas essa conexão com a imagem não surgiu do nada. Em 2016, quando eu tinha 17 anos, entrei para uma agência de modelos e passei alguns anos agenciada. Durante esse período, fiz diversos trabalhos comerciais para o Governo do Distrito Federal (GDF), além de participar de curtas-metragens e ensaios fotográficos. Essa experiência me trouxe um olhar mais técnico sobre a estética e o mercado visual, algo que me ajuda muito até hoje na minha atuação como fotógrafa. Agora, ao voltar para esse ramo, sinto que estou resgatando uma parte essencial de quem eu sou. Hoje, além de fotografar profissionalmente, também utilizo a minha experiência como modelo para auxiliar outras pessoas na frente das câmeras, orientando poses, expressões e posturas que valorizam a estética da imagem. Entender o lado de quem está sendo fotografado me permite criar uma conexão mais verdadeira e espontânea nos ensaios. Minha jornada na fotografia está em constante evolução. Busco sempre aprender mais, experimentar novas técnicas e explorar diferentes estilos, seja na fotografia de retratos, eventos, moda ou até mesmo fotografia comercial. Acredito que uma boa fotografia é aquela que transmite algo além do óbvio, que comunica sentimentos e que faz as pessoas se enxergarem de uma forma única. A fotografia me trouxe até aqui, e hoje ela é uma parte inseparável da minha trajetória. É através dela que expresso minha criatividade, que me conecto com as pessoas e que construo um legado visual. Sei que ainda há muito a explorar e conquistar, mas o mais importante é que estou onde quero estar: capturando histórias, momentos e emoções com a minha câmera.

  • Minha trajetória nas artes começou ainda na adolescência, quando tive a oportunidade de fazer cursos com grandes nomes, como Lúcia do Freire e Bernardo Felinto. Nessas aulas, aprendi técnicas fundamentais para atuação, expressão corporal e interpretação de texto. Além disso, me aprofundei também em cursos voltados para cinema, onde pude entender melhor as nuances da atuação para as câmeras, que é bastante diferente da atuação no teatro. Com o tempo, comecei a participar de produções audiovisuais, incluindo curtas-metragens e comerciais. Essas experiências foram fundamentais para desenvolver minha versatilidade como artista e para entender como funcionam os bastidores das produções. O contato com diretores, roteiristas e outros atores ampliou minha visão sobre o mercado artístico e me mostrou que esse é um ambiente no qual eu realmente me sinto à vontade.

    Se tem algo que sempre fez parte da minha essência, além da fotografia, é a arte. Desde muito nova, sempre me encantei pelo teatro, pelo cinema e pela maneira como a interpretação pode dar vida a histórias e personagens. Essa paixão me levou a buscar formação na área e a me envolver em diversas experiências ao longo dos anos.

    Além dos cursos e dos trabalhos comerciais que realizei ao longo dos anos, minha busca por aprofundamento na área me levou à Universidade de Brasília, onde cursei dois semestres de Artes Cênicas. A experiência na UnB foi enriquecedora, tanto pelo contato com professores e colegas apaixonados por teatro quanto pela oportunidade de explorar técnicas mais avançadas de interpretação. Embora tenha pausado minha graduação, meu desejo de voltar e concluir esse curso continua muito forte. Quero me formar nessa área porque sei que as artes cênicas fazem parte de quem eu sou. O teatro me ensinou a me expressar melhor, a me conectar com as emoções e a entender as diferentes formas de comunicação humana. Atuar é mais do que um ofício para mim; é uma forma de me reinventar, de contar histórias que impactam as pessoas e de explorar novas perspectivas sobre o mundo. Seja no teatro, no cinema ou na publicidade, estar diante das câmeras ou nos palcos é uma experiência que me transforma. Hoje, conciliando a fotografia e a atuação, percebo que essas duas paixões se complementam. Ambas exigem um olhar apurado para a estética, a emoção e a narrativa. Meu objetivo é continuar explorando essas áreas, expandindo meus conhecimentos e me permitindo viver novas experiências artísticas. Seja através da lente da câmera ou interpretando um personagem, eu sei que a arte sempre fará parte da minha vida. E esse é um caminho que sigo com amor, dedicação e a certeza de que ainda há muito por vir.

  • O futsal foi onde aprendi a entender que o jogo não é só físico, mas mental. Cada passe, cada drible, cada movimento é um diálogo, e foi nesse espaço que descobri o poder da colaboração, da amizade e da luta diária. Não há vitória sem suor, não há derrota sem aprendizado. O esporte me ensinou a abraçar minhas fragilidades e a transformá-las em força. Mas foi no jiu-jitsu que realmente encontrei uma forma de transformação que foi além do físico. O jiu-jitsu, com sua filosofia de resistência e paciência, me revelou a força que reside na gentileza e na estratégia. Na suavidade do movimento, há uma agressividade que não grita, mas que arrebenta. Como faixa azul, já conquistei campeonatos, mas o que mais me marcou foi o processo de superação, de entender que a verdadeira vitória é sobre mim mesma. O tatame não perdoa: ele exige respeito, aprendizado e uma coragem que vai além do corpo. Aqui, a luta é contra os próprios medos, as inseguranças, o cansaço da alma.

    Ser mulher no esporte é, muitas vezes, uma luta silenciosa. O mundo ainda está cheio de vozes que tentam nos calar, que dizem que o lugar da mulher não é no campo, na quadra, no tatame. Mas é exatamente nesse espaço que encontrei minha voz. O esporte me ensinou que ser mulher é ser resistência, é ser força em movimento. Não há vitória sem luta, e não há luta sem feminismo. Cada passo no campo, cada golpe no jiu-jitsu é uma afirmação de que somos capazes, de que somos donas do nosso próprio corpo, da nossa própria jornada.

    Hoje, o futebol, o futsal e o jiu-jitsu fazem parte de quem sou. Cada um desses esportes me ensinou algo único: o futebol me ensinou a ser rápida, a ser estratégica, a jogar em equipe; o futsal me ensinou a ser criativa, a encontrar soluções rápidas para problemas inesperados; e o jiu-jitsu me ensinou que a força não está apenas nos músculos, mas na mente, na paciência e na perseverança. O esporte, assim como a vida, não é sobre a busca pela perfeição, mas sobre a constante evolução, sobre a coragem de se reinventar a cada dia, de enfrentar as dificuldades e de continuar lutando por um espaço onde podemos ser quem realmente somos. No esporte, assim como na vida, não existe espaço para limitações impostas. Somos capazes de tudo. E, como mulheres, temos a responsabilidade de provar isso a cada passo, a cada luta. Eu, mulher, atleta, feminista, encontrei no esporte a minha revolução pessoal. E, assim, sigo, de cabeça erguida, correndo, jogando, lutando, porque o mundo nunca será pequeno demais para uma mulher determinada.

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